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“Vós sois o Sal da Terra…”

23 de maio de 2012

Sim! Depois de tanto tempo, me deu vontade de escrever aqui novamente para compartilhar um

pouco mais. 

Assim é, também, uma maneira de estudar um pouco mais a bíblia. E quanta coisa a gente aprende!

A passagem que gostaria de ompartilhar está no livro de Mateus, capítulo 5:13:

“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. “

Fiquei pensando sobre isso. E se formos analisar bem, Jesus nos aconselha sobre sermos sal na terra logo depois de falar sermos perseguidos, afligidos, caluniados.

Você já passou por situação assim? Jesus diz: SEJA SAL.

Ser sal é fazer a diferença; é estar no meio de tudo, mas ser diferente de tudo.

E não é assim que se tempera uma comida? O tempero está ali, no meio de tantas coisas diferentes, e por estar no meio de tantas coisas, muitas vezes, tornar-se impossível vê-lo, mas o que importa mesmo é o seu sabor. Pelo sabor, sabemos que ele está ali. O sal é marcante. Não é neutro. Deixa seu sabor onde é colocado. O sal não fica com gosto do arroz, mas o arroz fica com sal.

É uma figura para ser bem pensada. Jesus ensina que o menor pode agir sobre o maior. A quantidade de sal é menor que a do alimento que ele deve salgar. Não se usam três xícaras de sal para três xícaras de arroz! Basta uma pitada. Não se põe um quilo de sal num quilo de carne. Quem a comeria? Basta pouco sal.

As figuras mais usadas por Jesus dão a idéia do menor agindo sobre o maior (sal, luz, fermento e chave). Não precisamos ser maioria. Devemos ser marcantes e influenciar a maioria. Devemos marcar o mundo e não sermos omissos ou marcados por ele. E não devemos nos intimidar porque somos minoria.

Mas, uma comida sem tempero, não tem sabor. Sal, sem sabor, não é sal. E como o próprio Jesus nos disse,  “para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.” O sal, se perder  sua salinidade, perde o valor, para nada presta. Muita polêmica se travou sobre esta declaração de Jesus. Alegou-se que o sal não perde seu sabor, por causa do cloreto de sódio. Mas o sal dos charcos, pântanos e rochas próximos ao Mar Morto tem um alto teor de gipsita e de outras impurezas. Ele perde seu sabor e se torna arenoso. Assim, era usado como areia, jogado nas ruas enlameadas das cidades da Palestina, para diminuir a lama. Como se fosse areia. Ao invés de salgar o mundo, era pisado por ele. Triste figura do cristão sem bom testemunho.

Se você verdadeiramente for sal , não há como ser pisado, desprezado, ou jogado fora por ninguém. Somos sal. Temos que preservar e temos que dar o sabor a este mundo. Se não o fizermos, o mundo não terá sabor e se corromperá mais rapidamente. E, se não o fizermos, perderemos nossa utilidade.

Seja sal. Deixe suas marcas onde você estiver. Seja o tempero de um mundo insosso. Você é um cristão. Deve salgar. E cuidado: não seja sal sem sal.

No amor de Cristo,

Carol

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